Ao invés de um clima seco e quente,
Da pobreza chorando a sua mágoa,
Os barreiros estão pegando água,
O sertão está verde novamente,
Já tem roça repleta de semente,
Que ha duas semanas foi plantada,
Quando a água da nuvem é penerada,
Dar pra ver os sintomas de melhora,
O FANTASMA DA SECA FOI EMBORA,
NO VAGÃO DA PRIMEIRA TROVOADA.
Quando chove no sertão,
um verde claro aparece,
com poucos dias depois,
o verde claro escurece,
que a natureza é quem sabe,
a cor que a folha merece.
Diomedes Mariano e Antônio Nunes de França.





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